A escola com moldes brasileira, construída no decorrer de todo o século XX e continuada nesse século XXI, tem por muito distribuído suas intensionalidades educativas por classes socias. Criticando essa distribuição tendenciosa a atender os anseios das classes dominantes, principalmente burguesas, diagnosticamos um sistema educacional condicionado nos interesses capitalistas.
As classes burguesas - o empresariado do país - somado à classe média urbana e rural, tem seus interesses preservados nas melhores instituições educacionais do Brasil em ensino regular. Garantia monopolista do conhecimento, para "exerção" das atividades dos mais altos cargos do aparelho burocrático brasileiro.
As classes populares em todo o território nacional, têm suas garantias também reservadas e preservadas pelo modelo educacional brasileiro, da educação profissional, que garante a tais a formação proletária de trabalhadores que dinamizam a "ética" do capitalismo, subordinandos a chefia das classes dominantes.
É através de iniciativas singulares em todo o Brasil de comunidades escolares que demonstram suas intenções de democratizar o ensino através de uma construção coletiva de um Projeto Pólítico-Pedagógico - PPP - democrático.

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